Postagem em destaque

Carta-Poema II

Eu me perdoo. Por todas às vezes que eu disse que não ia e fui. Por todas as palavras contraditas Por todas as ações julgadas e incompre...

quarta-feira, 29 de junho de 2005

Triste Entardecer

Tarde ensolarada. A família de passarinhos continuam a cantar alegremente. Os filhotes no ninho, aprendendo a voar, e o pai, Seu Sebinho, e a mãe, Dona Sebinha, passam as horas à procurar comida aos filhotes.

Depois de muitas horas, Seu Sebinho pára pra descansar em cima de um telhado. Mas não sabe ele que pelas redondezas há um novo gatuno, conhecido pela sua malandragem; um gato, rajado de cinza, veloz e cheio de destreza. Que por infeliz coincidência estava no mesmo telhado.

O gato balança o rabo rapidamente, para lá e para cá, indo e vindo, enquanto suas patas se mexem impacientemente e todo seu corpo está preparado para o bote. O passarinho, do seu lado, limpa e ajeita sua asa esquerda, quando sente de repente unhas a lhe furarem a pequena barriguinha. Sentindo-se em perigo real, tenta voar, mas é arremessado contra o telhado, agora, de repouso, transformado em dura pedra. Sente-se arremessado para cima uma infinidade de vezes, e sente unhas em todo o seu corpinho.

O gatuno teve sua brincadeira, seu divertimento, e volta pra casa comer sua ração sabor peixe.
Enquanto na família do sebinho, há uma Dona a esperá-lo à noite eternamente.








Nenhum comentário:

Postar um comentário