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Carta-Poema II

Eu me perdoo. Por todas às vezes que eu disse que não ia e fui. Por todas as palavras contraditas Por todas as ações julgadas e incompre...

quarta-feira, 23 de março de 2011

Traição

O ardente desejo de saciar o corpo, embriagar os sentidos
Atender ao que lhe é proibido
Dar à carne o que lhe é mais instintivo
Que é o calor e o cheiro de outro corpo
Como pode esse prazer primitivo ser chamado de pecado?




A tolice da evolução nos leva a negar nossa essência, nos tornando mais um objeto nesse espaço. Quando nosso diferencial é o ser.