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Carta-Poema II

Eu me perdoo. Por todas às vezes que eu disse que não ia e fui. Por todas as palavras contraditas Por todas as ações julgadas e incompre...

quarta-feira, 23 de março de 2011

Traição

O ardente desejo de saciar o corpo, embriagar os sentidos
Atender ao que lhe é proibido
Dar à carne o que lhe é mais instintivo
Que é o calor e o cheiro de outro corpo
Como pode esse prazer primitivo ser chamado de pecado?




A tolice da evolução nos leva a negar nossa essência, nos tornando mais um objeto nesse espaço. Quando nosso diferencial é o ser.




quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Tenha muita paciência...

Não posso esconder minha decepção, com o novo livro de Mitch Albom: Tenha um pouco de fé.
O problema quando um autor, que escreveu um livro brilhante, lança outro, é que você espera que este seja no mínimo tão bom quanto e que de preferência seja melhor.
É assim com o Mitch. Um dos meus livros preferidos é As Cinco Pessoas que Você Encontra no Céu, que já li e reli muitas vezes e sempre me emociono e gosto ainda mais.
Pois bem, depois dessa obra, Mitch só vem caindo. Pelo menos no meu conceito. “Tenha um pouco de fé” é pedante e apelativo. Apesar de algumas páginas serem tocantes, é mais um livro de auto-ajuda religioso.
Foi difícil terminar a sua leitura. Eu estava me arrastando. Suas 239 páginas pareciam ter virado 500!
Claro que nenhum livro tira o posto de mais chato do clássico: O Amante de Lady Chatterley de D. H. Lawrence!
Ainda assim, dei “graças a deus” pelo livro ter chegado ao fim.